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  • Tiago Araripe

Dois comprimidos de poesia ao levantar

Atualizado: 25 de set. de 2020


Domingo de pesca em São Pedro de Moel, Portugal. (Foto: Tiago Araripe)



Ser poeta

ao mínimo é a

minha máxima.


 

Aqui não há banquetes

para muitos talheres.

Apenas aperitivos

em poucos caracteres.


 

O aspirante a poeta lança a linha e puxa o verso. Ao mesmo tempo, num clique, fisga a imagem do pescador. Pescaria completa. Mesmo minimalista, o resultado está servido. Aos poucos que aqui o vêem, prometo: não será indigesto.


(Micro-poemas do livro Poemas-pílulas, contos-gotas, ainda inédito. Quem sabe, um dia ele vem à tona por inteiro. Com capa e contracapa. Já descamado e pronto pra degustar.)


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